Para onde o vento nos levará?

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Dizem que para uma pessoa se sentir completamente realizada na vida, ela precisa plantar uma árvore, escrever um livro ou ter um filho. A barrinha da felicidade fica completa se conseguir realizar todos os três objetivos até o fim da vida. Dizem? Será que ainda dizem isso? Há trinta anos atrás essa máxima podia até ser verdadeira, mas hoje, a Geração Z ou a Geração Eu, Eu, Eu (The Me Me Me Genaration, segundo a classificação da Time Magazine) está buscando novos caminhos e uma forma diferente de ver e viver a vida.

Deixar uma marca para a posteridade não é mais interessante como antigamente. O lema agora é aproveitar ao máximo o presente, explorando tudo o que a vida – e o dinheiro – podem oferecer. Será que pensam no futuro? O que farão quando ele chegar? Olho para o meu filho de três meses e vejo-o se desenvolvendo tão rápido… “Sinal dos novos tempos, presságio, influência das novas tecnologias ou são as músicas clássicas que ele ouve desde antes de nascer”, dirão os avós. “Nada disso”, respondo. “Mozart não levará o crédito”. Como será a vida dele no futuro? O que estou plantando para que ele possa colher?

Estamos vivenciando uma época de confusões mentais. No cyberespaço as pessoas perdem a identidade, seus valores e até a personalidade. Se só o que importa é competir com o outro e preocupar-se apenas consigo mesmo, para quê pensar no depois? Deixa rolar. Passam-se os dias, meses e anos. Aí você se olhará na frente do espelho e verá apenas a sombra do que foi um dia. Fisicamente você não será mais o mesmo, mas e psicologicamente? O que mudou na sua vida? O que você fez de diferente? Sua existência fez alguma diferença na vida das pessoas? Então para quê viver mais?

Existem muitos exemplos de pessoas e instituições que fazem a diferença. Eu poderia citar inúmeros trabalhos, mas me atento para aqueles que conheço bem de perto. No Rio de Janeiro tenho vários casos para citar, mas para não prolongar muito o texto, citarei neste artigo apenas dois. Eu gosto muito de ouvir os podcasts sobre política do Reinaldo Azevedo. O quadro que ele apresenta chama “Os Pingos nos Is”, na Rádio Jovem Pan FM. Recomendo! Eis um exemplo de jornalista que faz a diferença. Ele emite opinião e faz revelações corajosas. Ele parece Dom Quixote, enfrentando os moinhos de vento. Sim, porque na verdade, a vida é assim: todos os gigantes que enfrentamos não passam de moinhos de vento, só precisamos abrir a mente e enxergar de outra forma.

Uma instituição que também ajuda a plantar a sementinha do bem é a Unipaz (Universidade da Paz). Através dos cursos de formação de lideranças, os professores transformam a vida profissional – e também pessoal – dos alunos. São profissionais de todas as áreas, empresários e estudantes em busca de mais conhecimento e respostas. As disciplinas são diferentes das tradicionais e ajudam os alunos a enxergarem além do simples papel de viver e consumir. Cursei “Liderança Integral” e não tenho palavras para descrever o quão enriquecedor foi entrar naquele mundo novo iniciado por Pierre Weil.

Eu só sei de uma coisa: é preciso mudar. Não podemos continuar deixando o vento nos levar. Vamos fazer diferente, vamos ser diferentes. Como? Fazendo com que o diferente se torne popular e interessante. O que você pode fazer para contribuir? O futuro é agora, está acontecendo neste exato momento. O que precisamos é de novos rumos e novos começos. Como diz o ditado italiano, “Se son rose fioriranno, se son spine pungeranno”.

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