O Amor

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A nossa vida muitas vezes segue em um ritmo tão frenético que não conseguimos reservar um tempo para pensar nas lembranças. Eu não gosto de viver de passado, muito menos ficar relembrando coisas que já aconteceram há muito tempo, afinal, não podemos mudá-las e elas foram úteis em nosso aprendizado. Mas existem memórias que guardamos com carinho, as quais vale a pena trazer a tona. Pessoas queridas que já se foram, momentos especiais pelos quais passamos, situações engraçadas e aprendizados compartilhados.

A felicidade está nas pequenas coisas, as mais simples, aquelas que muitas vezes não enxergamos ou negligenciamos. Meus irmãos encontraram um poema que eu escrevi há muitos anos, acredito que ainda na adolescência (não tem data, então não posso afirmar com precisão) e me presentearam de uma forma indescritível. Recordações que valem a pena compartilhar por aqui. Quando eu tinha 14 anos, entrei em um clube de autores novos. Era bem parecido com um Clube do Livro, só que era um Grêmio Literário que incentivava jovens autores e poetas a escrever e publicar. Foi nessa época que me apaixonei por escrever poesias e poemas e comecei a compor. Continuar lendo

Poema Desejo, de Victor Hugo

Desejo

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro. Continuar lendo